segunda-feira, 30 de maio de 2011

O que mudamos na APEOESP?

• Dinamização do atendimento, com plantão intensivo de Conselheiros na subsede;
• Acompanhamento e agilização das ações judiciais;
• Organização, planejamento, transparência e recuperação do setor financeiro;
• Diálogo com a base, com o professor na sala de aula;
• Reunião de Representantes de Escola e Aposentados com temas diversificados e regionais, além da pauta estadual da APEOESP;
• Participação ativa no Conselho Estadual de Representantes e Assembléias Estaduais dos Professores na capital;
• Realização periódica de reuniões da Executiva Regional – Conselho Regional de Representantes, na subsede;
• Inéditas Assembléias descentralizadas de orientação aos professores para Atribuição de Aulas 2011 em Jan/2011;
• Acompanhamento de todo o processo de atribuição de aulas, desde a prova do OFA (Dez/2010) até a atribuição propriamente dita, com plantões nos locais (Registro e Miracatu) e na subsede (Fev/2011);
• Comunicação diária com os professores através de correio eletrônico e telefone;
• Sindicato autônomo e sempre independente da Diretoria de Ensino, de Departamentos Municipais e de Partidos.


Antes e depois, nossa luta continua... sempre!

• Trabalho sindical com transparência, planejamento e coerência;
• Pela valorização da carreira do magistério e qualidade da educação pública;
• Pelo fim da meritocracia na educação paulista e nacional (bônus, provinhas etc);
• Acompanhamento da revisão do Estatuto do Magistério e Plano de Carreira dos municípios;
• Debates e ações que reforçam a luta contra Municipalização do Ensino em todo o Vale do Ribeira;
• Ampliar a participação em Conselhos Sociais (Educação, Meio Ambiente, CMDCA etc)
• Participação e compromisso nas greves de 2008 e 2010;
• Promover cursos de interesse dos professores;
• Atuar junto aos movimentos sociais.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Segunda-feira...


14 de março de 2011 - Professores do Vale do Ribeira apóiam a luta contras as barragens

MOAB – MOVIMENTO DOS AMEAÇADOS POR BARRAGENS

FÓRUM EM DEFESA DA REFORMA AGRÁRIA NO VALE DO RIBEIRA

TERRA SIM! BARRAGEM NÃO!

As propostas de implantação de barragens no rio Ribeira de Iguape, tornaram-se válvulas de escape para esconder e mascarar a falta de empenho político na concretização de ações reais para a melhoria de vida do povo do Vale do Ribeira. Os projetos das 4 barragens (Tijuco Alto, Funil, Itaóca e Batatal) tornaram-se bandeiras defendidas e juradas por muitos politiqueiros, na contramão de não assumir o compromisso e o dever que cabe a cada vereador, a cada prefeito e a cada deputado, que é o zelo e a defesa do bem estar da população.

Muitos estudos e casos mal sucedidos provam os enormes impactos negativos na área social e ambiental advindas da construção de barragens. Os exemplos estão claros, visíveis e reais em todas as regiões do país. Não podemos esquecer do rompimento de várias barragens em épocas de chuvas.

Lembramos também que a função exclusiva da Barragem de Tijuco Alto é a de geração e fornecimento de energia para a Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) Grupo Votorantim (da família Antonio Ermírio de Moraes), não servindo para acender uma lâmpada que seja na nossa região. Hoje, está prevista mais uma barragem para o Vale do Ribeira paulista e outras três no trecho paranaense, sendo que nenhuma projetada para atender aos interesses da população. Aliás, para atender o interesse da população, bastava melhorar a rede de distribuição, já que o Brasil é um dos países que mais perde energia neste processo.

Para a população do Vale, a construção dessas barragens trará apenas prejuízos:

- Alagamento de cerca de 11 mil hectares de terras nos municípios de Adrianópolis, Cerro Azul, Ribeira, Itapirapuã Paulista, Iporanga e Eldorado, incluindo cavernas de Iporanga e diversas comunidades do Vale do Ribeira;

- Aumento da contaminação por chumbo em toda água do Ribeira abaixo de Tijuco Alto;

- Desemprego de milhares de famílias que vivem da pesca na região estuarina de Iguape-Cananéia-Paranaguá;

- Alteração do regime hídrico do rio com influência sobre a fauna marinha e navegação;

- Sobrecarga no serviço público de saúde, decorrente do êxodo de população de outras regiões.

POR ESTAS RAZÕES EXIGIMOS:

=Fim do projeto de Tijuco Alto!

=Nenhuma barragem no Rio Ribeira de Iguape!

=Fim de promessas eleitoreiras e de mentiras!

=Políticas públicas que valorizem a cultura de todo o povo do Vale do Ribeira, suas águas e a Mata Atlântica!

=Que seja considerado, valorizado e respeitado o conhecimento das comunidades do Vale do Ribeira!

14 de março – Dia Internacional de Luta contra as Barragens